segunda-feira, 14 de abril de 2008

Âncora


Carla me beija e atravessa a rua,
pula para dentro do barco ali estacionado,
iça as velas e voa com o vento em sua primeira rajada.
Eu corro, salto e, com esforço, consigo alcançar a âncora
agarro-me forte e alço vôo junto ao barco de Carla
que, ainda que sem querer, em mim voa ancorado.


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