terça-feira, 18 de agosto de 2009

Soneto de amor


Olhando de lá
O tchau sem partir
O amor a ferir
O medo de estar

Olhando daqui
O ar sem se dar
O mar sem amar
O oi sem sorrir

Mas mais triste é o pesar
Do homem, na estrada
Solitária de andar:

- Não adianta tentar,
Não amo nada
Que posso tocar.

3 comentários:

LíviaBorba disse...

Não adianta tentar,
Não amo nada
Que posso tocar.

bóoo!!

Thiago Nestor disse...

Muito bom...

Rick Basso disse...

very nice!